Investimento

Milionário brasileiro vai investir R$ 10 milhões em startups do agronegócio

O jovem investidor Israel Lucas Gois, um dos mais conhecidos investidores paranaense, ficou muito conhecido no mercado de capitais após quebrar na bolsa de valores e dar a volta por cima
27-10-2017
Fonte: Redação
Foto: Reprodução

O jovem investidor Israel Lucas Gois, um dos mais conhecidos investidores paranaense, vai investir R$ 10 milhões em startups do agronegócio. Atualmente Lucas controla um fundo de investimentos Privado (Private equity) com quase R$ 100 milhões de volume financeiro.

Ele ficou muito conhecido no mercado de capitais após quebrar na bolsa de valores e dar a volta por cima. Lucas saiu de especulador falido a investidor milionário, ajudando investidores estrangeiros a aplicarem seus recursos em empresas privadas no Brasil.

O fundo da Equity Brazil Capital, da qual Lucas é sócio gestor, possui alguns diferenciais interessantes, segundo o milionário. “Nosso fundo é bem diferenciado no mercado, todos investidores se tornam sócios da empresa e ganham uma cadeira no Conselho de Administração. Além disso, o fundo é focado em gerar bons negócios e não apenas rentabilizar capital. É destinado para aquele investidor que gosta de negócios e que deseja ganhar dinheiro com empresas de grande potencial de retorno. Hoje em dia, estamos de olho no mercado de startups focadas no agronegócio. Vemos um grande potencial de crescimento e ideias inovadoras surgindo” afirma Israel Lucas Gois.

A indústria de Private Equity e Venture Capital (PE/VC) vem crescendo expressivamente no Brasil. Investir em empresas privadas é um negócio muito lucrativo. Segundo dados da Abvcap (Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity) e da auditoria KPMG, a indústria de capital de risco possui cerca de 100 bilhões de reais de recursos para investimento. Nos Estados Unidos essa quantia é 20 vezes maior.

A relação entre o capital investido por ano e o Produto Interno Bruto (PIB) também ilustra essa defasagem. No Brasil é cerca de três vezes menor do que em países desenvolvidos. O mesmo se repete com o número de gestoras. Segundo pesquisa da Prequin, nos Estados Unidos há cerca de apenas 770 empresas de Venture Capital. No Brasil esse número não chega a 80.

Essa indústria lucrativa está apenas começando no Brasil. O crescimento do mercado brasileiro de fundos de investimento em participações vem se destacando, devido ao forte desempenho dos mercados emergentes.

Outro setor que tem se destacado no Brasil é o de startups. É cada vez mais comum empresas, investidores e fundos investirem em ideias de negócios nascentes.

As startups geralmente são da área de tecnologia e inovação. Na maioria das vezes, são comandadas por jovens empreendedores com pouco capital, porém com sonhos grandiosos.

No Brasil, existem várias empresas com esse perfil e já movimentam bilhões ao ano.

As denominadas startups são projetos potenciais ainda não estabelecidos no mercado, porém com ideias inovadoras em busca de um modelo de negócios escalável. O investimento nessa área tem se tornado algo muito lucrativo e promissor.

Vários fundos de investimentos e investidores estão de olho nesse mercado crescente. Até mesmo os fundos “family office” estão observando as startups. Segundo um estudo realizado pela consultoria especializada ‘A Arte da Marca’ o Brasil é o 12º mercado mais promissor do mundo para as startups. Isso com certeza tem chamado a atenção de investidores de vários setores e países.

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