ALGODÃO

Oferta de pluma poderá aumentar nessa safra em Mato Grosso

Os bons preços, comparados ao milho segunda safra, e o clima favorável têm contribuído para o aumento do cultivo da pluma, que sairá de 627,8 mil hectares no ciclo 2016/17 para 703,1 mil hectares, no atual, , incremento de 12% no período
09-02-2018
Fonte: Redação
Foto: Reprodução

O algodão aparece como uma das culturas que mais está tendo crescimento ao longo das safras. Um levantamento feito pela Conab mostra que a alta passa de 5,2% como a apontada em janeiro para 14% agora em fevereiro  e com isso Mato Grosso vai colher 1,15 milhão de toneladas ante 1,01 milhão da safra passada. 

A expansão da cultura é observada pelos técnicos da Companhia em todo o Centro-Oeste, principal produtora da fibra. Há projeção de crescimento na área plantada de 12,2%, quando comparada com o exercício anterior. Em Mato Grosso, o plantio do algodão primeira safra que se concentra predominantemente na região sudeste e finalizado. O espaço dedicado à cultura saltou de 81,8 mil hectares no ciclo 2016/17, para 112,8 mil hectares na atual temporada. “Parte do aumento se deve à incorporação de áreas de soja, substituídas pela pluma devido ao atraso das chuvas. Os talhões já semeados estão em desenvolvimento vegetativo e a avaliação da lavoura incipiente é considerada boa/ótima. O cultivo do algodão segunda safra está transcorrendo bem. Na região oeste, maior produtora da pluma, o plantio atingiu 30% no fechamento de janeiro. “A expectativa é que os trabalhos estejam finalizados até a segunda quinzena de fevereiro em todo o Estado”. 

Os bons preços, comparados ao milho segunda safra, e o clima favorável têm contribuído para o aumento do cultivo da pluma, que sairá de 627,8 mil hectares no ciclo 2016/17 para 703,1 mil hectares, no atual, incremento de 12% no período. 

Em Mato Grosso, a semeadura da segunda safra de milho está em ritmo lento. Até o fechamento de janeiro, cerca de 15% da área havia sido cultivada, a menos de um mês para o final da janela ideal de plantio. Assim, inicialmente, existe a possibilidade de redução da área semeada com o cereal, associada à redução da tecnologia aplicada, em relação ao ciclo anterior. 

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