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Durante a quarentena, 60% dos brasileiros deixaram de comprar bens de consumo, revela pesquisa

Segundo estudo do Instituto de Pesquisa & Data Analytics Croma Insights 60% dos brasileiros não adquiriram nenhum bem de consumo novo durante a quarentena, como geladeira, televisão e automóveis.

A retomada da economia é vista por 42% dos entrevistados algo possível somente no segundo semestre. As famílias nesse momento estão suspendendo os gastos supérfluos e mantendo apenas o essencial, como itens de saúde e alimentação.

Isso significa que a demanda está reprimida, ou seja, as pessoas estão segurando as compras no primeiro semestre. No entanto, o segundo semestre pode ser positivo para o setor de varejo, caso as pessoas retomem a confiança no mercado e tenham uma visão mais clara de que tudo está voltando ao normal.

A pesquisa da Croma Insights ouviu 8.079 pessoas entre 15 de fevereiro e 28 de abril, analisando o comportamento do brasileiro na pandemia. A metodologia usada foi o painel on-line Toluna aplicada em todo o Brasil. O objetivo foi compreender padrões comportamentais e a percepção dos consumidores em relação a marcas e empresas.

Em relação às marcas que estão sendo mais bem vistas diante da pandemia o segmento bancário lidera a percepção na mente do consumidor.

Muitas empresas estão se dedicando a ser solidárias nesse momento. Além dos bancos, os setores de bebidas e varejo também estão investindo em doações e propagandas institucionais.

Essas ações criam um elo de responsabilidade social da empresa com as pessoas e de certa forma, configura-se uma estratégia de marketing. O papel das empresas é importante, mas vale lembrar que todo negócio visa lucro. De qualquer forma, esse movimento é bem recebido pelos consumidores que reforçam na mente a importância das marcas na sua vida em momentos difíceis.

De acordo com o estudo da Croma Insights, apurado pelo MT Econômico, as pessoas estão resgatando o hábito de cozinhar em casa (68%) e consumindo mais informação por meio de lives (58%)

Os canais de streaming de vídeos continuam fazendo parte da vida da maioria dos entrevistados (76%) e os aplicativos de bancos continuam sendo utilizados por metade da população (50%).

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