Potencial Econômico

Mato Grosso contribui de forma significativa na retomada da economia brasileira

Este foi o segundo mês em que o estado lidera a lista de estatísticas mensais do emprego formal, do novo Caged, chegando a um saldo positivo de 8.372 postos de trabalho
Terça-feira 01 de Setembro de 2020
Fecomércio
Mato Grosso contribui de forma significativa na retomada da economia brasileira

Alguns dados econômicos têm reforçado o posicionamento do presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, de que depois de uma crise, a retomada da atividade produtiva volta de forma mais rápida. Um exemplo é o que pode ser visto no levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged/MTE), do mês de julho, que consolida o Estado de Mato Grosso como a Unidade Federativa líder na geração de postos de trabalho.

Este foi o segundo mês em que o estado lidera a lista de estatísticas mensais do emprego formal, do novo Caged, chegando a um saldo positivo de 8.372 postos de trabalho. No ano, foram registrados no estado 196.061 admissões, contra 187.689 desligamentos. Somente em julho, o saldo entre admissões e desligamento foi de 5.560 novas vagas, o que representa 39,47% dentre os estados do Centro-Oeste (14.084).

“As perdas causadas pela Covid-19 serão recuperadas, a expectativa é que ainda seja no último trimestre de 2020, e em 2021 seja um dos melhores cenários econômicos dos últimos anos”, afirma o presidente da Fecomércio-MT ao relembrar das contratações temporárias de final do ano.

Por setor

Todos os setores da economia contrataram mais, com o melhor resultado para a indústria (1.940), e, em seguida, pela agricultura (1.893). No setor de serviços, foram registrados 7.540 formalizações e 6.879 desligamentos, resultando em 661 empregos criados. Já o comércio encerrou o mês com 494 novos postos de trabalho.

Com o desempenho no mês, Mato Grosso foi o sétimo estado com melhor desempenho no país. Além disso, contribuiu para que a União voltasse a registrar saldo positivo na geração de empregos (131.010), após a crise pandêmica provocada pela Covi-19 afetar a economia, com 1,5 milhão de novos desempregados.

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