Geração de emprego

MT fecha janeiro com saldo positivo na abertura de empregos formais em todos os setores econômicos

Na capital, o saldo ficou positivo em 1.318 novos postos de trabalho formais
Quarta-feira 17 de Março de 2021
CDL Cuiabá
MT fecha janeiro com saldo positivo na abertura de empregos formais em todos os setores econômicos

Mato Grosso fechou o mês de janeiro de 2021 com saldo positivo de abertura de empregos com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O saldo ficou em 12.657, sendo agropecuária (4.040), Serviços (3.904), Comércio (3.019), Construção (1.063) e Indústria (631).

De acordo com superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), Fábio Granja, "os dados apresentados pelo Caged ficaram 30% acima do fechamento de janeiro de 2020. Já tínhamos fechado o ano de 2020 com o saldo positivo e apesar de sabermos que é natural o setor do agro puxar esses números para cima nos inícios dos anos, o que nos deixou, de certa forma, animados foi o saldo positivo gerado em todos os demais setores produtivos", disse ele.

Na capital, o saldo ficou positivo em 1.318 novos postos de trabalho formais. Diferente do Estado como um todo, a agropecuária foi o único setor com saldo negativo (-2). Os demais ficaram positivos com Serviços (745), Comércio (304), Construção (209) e Indústria (62).

"O único setor que não tinha fechado 2020 positivo na capital, tinha sido o de serviços (-1754), muito devido aos postos de trabalho fechados pelo setor de eventos e afins, porém, analisando os números de janeiro de 2021,  fica demonstrado uma importante recuperação", avaliou Granja.
O superintendente reforça ainda, que "é importante dizer que a economia mesmo que de forma gradativa estava demonstrando alguns sinais de recuperação ainda em janeiro, porém, com o avanço da pandemia e as medidas restritivas impostas agora em março, infelizmente poderemos ter inúmeros fechamentos de postos de trabalho formais, semelhante o que ocorreu há quase um ano, porém, agora de forma ainda mais brusca, pois a maior parte das empresas já não possui mais fôlego financeiro".

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