Maio foi marcado pelo otimismo do empresário cuiabano, aponta pesquisa do comércio

O otimismo dos comerciantes ganhou força no mês de maio, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em parceria com o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio (IPF/MT). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), em Cuiabá, atingiu 137,3 pontos, uma variação de 0,15% se comparado ao mês passado, que era de 137,1 pontos. Se comparado a maio de 2021, a variação positiva avançou 18,67%, “o que demonstra um ótimo crescimento do índice de confiança do empresário em 2022”.

Segundo a análise do IPF/MT, em Cuiabá, o crescimento anual da pesquisa foi puxado pelos subíndices ‘Condições Atuais da Economia’, com uma variação de 71,3%, e ‘Condições Atuais do Comércio’, com alta de 34,2%. Já na variação mensal, apenas um subíndice teve um dado negativo, que foi a ‘Situação Atual dos Estoques’, com uma variação de menos 1,9%.

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Para o superintendente da Fecomércio, Igor Cunha, existe já uma projeção de crescimento nas vendas para o ano. “Esperamos que as medidas de suporte à renda e ao consumo, como os saques extraordinários do FGTS e a antecipação dos benefícios do INSS, tenham efeitos mais concentrados no consumo e nos pagamentos das dívidas já nesta metade do ano, o que pode representar um avanço de 1,5%”, enfatizou.

Ainda conforme a pesquisa, a região Centro-Oeste continua apresentando o segundo maior nível de Confiança do Empresário do Comércio entre as regiões do País, atrás apenas da região Norte.

Para o presidente do Sistema Fecomércio/MT, José Wenceslau de Souza Júnior, o cenário é promissor, mesmo com a estabilidade registrada no mês de abril. “Essas oscilações são normais, diante dos cenários econômicos. Em abril estávamos apresentando uma estabilidade, e agora em maio, a pesquisa demonstra uma pequena alta no otimismo do empresário”, concluiu o presidente.

A Fecomércio/MT destaca a metodologia adotada na pesquisa, que traz pontuação que varia entre zero e 200 pontos. O índice 100 demarca a fronteira entre a avaliação de insatisfação e de satisfação dos empresários do comércio: abaixo de 100 pontos diz respeito à situação de pessimismo, enquanto acima de 100 encontra-se a situação de otimismo.

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