Demanda de Energia

Ministro diz que Brasil tem energia para responder a crescimento econômico

Bento Albuquerque destaca papel da segurança energética na economia
Quinta-feira 31 de Outubro de 2019
MT Econômico/Agência Brasil
Ministro diz que Brasil tem energia para responder a crescimento econômico

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o sistema elétrico brasileiro está se preparando para responder ao crescimento econômico dos próximos anos, por meio de novos investimentos e com a participação de diversas matrizes energéticas no processo. A avaliação foi feita pelo ministro durante a apresentação do relatório final do Grupo de Trabalho de Modernização do Setor Elétrico no Clube Naval, no centro do Rio de Janeiro.

“Energia é base da infraestrutura. Segurança energética é vital para que se possa ter investimentos e empreendimentos. Vamos dar tranquilidade à sociedade brasileira e ao governo, e o país vai ter a energia necessária para manter seu crescimento, a um custo compatível com aquilo que os consumidores podem pagar”, disse o ministro, em entrevista coletiva logo após a apresentação do relatório.

Foi elaborado nos últimos seis meses um relatório representando um plano para implementação das diretrizes que nortearão as ações pelos próximos três anos, para a entrega de um novo ambiente de negócios no setor elétrico. Para a preparação do relatório, foram realizadas mais de 140 reuniões com cerca de 100 especialistas e 30 agentes e representantes de associações e consultorias. Seis órgãos de governo apoiaram o trabalho e foram feitas cinco consultas públicas.

Segundo Bento Albuquerque, o atual cenário energético nacional garante tranquilidade à população, a empresários e a investidores estrangeiros sobre a oferta para os próximos anos, pois há uma variada gama de projetos aprovados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

“O Brasil tem uma diversidade de fontes energéticas que permite um conforto. As eólicas representam hoje 8% da nossa matriz e, nos próximos oito anos, provavelmente chegarão a 14%, assim como a solar irá para 4%, além da biomassa e dos biocombustíveis, que terão um papel importante. A nossa matriz energética continuará sendo a mais limpa do mundo, com 85% de fontes renováveis”, disse o ministro.


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