DISTRITO INDUSTRIAL

Fecomércio defende zona livre de ICMS para energia elétrica no Distrito Industrial de Cuiabá

O Distrito Industrial e Comercial de Cuiabá conta hoje com mais de 180 empresas implantadas
Quarta-feira 22 de Maio de 2019
Assessoria
Fecomércio defende zona livre de ICMS para energia elétrica no Distrito Industrial de Cuiabá

Com o intuito de tornar o Distrito Industrial e Comercial de Cuiabá uma zona livre da cobrança de ICMS sobre o consumo de energia elétrica, a Fecomércio/MT pensa em tornar o local atraente para novas empresas.

O principal argumento à demanda é o fato de que o Estado exportar energia para outras unidades da Federação com isenção do tributo. Segundo  o presidente da entidade, José Wenceslau de Souza Júnior,  quilowatt industrial consumido em Mato Grosso está entre os três mais caros do País.

Como defendeu o empresário, a carga tributária sobre a energia elétrica chega a 42%, o que dificulta o desenvolvimento das empresas em Mato Grosso. “O ICMS cobrado sobre a energia elétrica torna-se uma barreira para novos investidores aportarem aqui no Estado. Ela chega a representar 40% do custo na formação do preço. Eu tenho sugerido – tanto para o atual governo como para o anterior - que se crie dentro dos distritos industriais mato-grossenses uma zona livre de cobrança de ICMS”.

Ele frisou ainda que o Estado exporta energia para outros entes federativos com isenção do ICMS, uma realidade que respalda o pleito dos empresários. “Nossas indústrias, ratificando nosso argumento, pagam 42% de ICMS sobre a energia. Na zona livre de cobrança as indústrias também teriam isenção no pagamento do ICMS sobre a energia. Não há dúvidas de que desta forma vamos atrair novas indústrias e novos investidores o que vai refletir de forma direta na geração de empregos, renda e impostos para Mato Grosso. Essa isenção tem um alcance ainda maior ao incentivar a manufatura, a industrialização de nossas matérias-primas”.

O Distrito Industrial e Comercial de Cuiabá conta hoje com mais de 180 empresas implantadas, 54 em processo de implantação e 15 em lista de reserva na região. Ocupa uma área de quase sete milhões de metros quadrados. “Olhar para essa região com atenção para área é sem dúvida uma medida que vai melhorar a competitividade e atrair novas indústrias”, concluiu.


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