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Projeto desenvolvido para Sesp-MT pelo IFMT será apresentado em conferência internacional

Uma solução tecnológica de “Arquitetura baseada em microsserviços” elaborada especialmente para a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) ganhará repercussão internacional. Um artigo científico com o tema do projeto, desenvolvido pelo Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), será apresentado na 3ª Conferência Internacional em Eletricidade, Comunicação e Engenharia da Computação (ICECCE) 2021, neste sábado (12.06).

O projeto é fruto de um edital da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat), demandado pela Sesp-MT. Assinam o artigo científico os pesquisadores do IFMT, João Paulo Delgado Preti, Adriano Neres Araújo Souza, Evandro César Freiberger e Tiago de Almeida Lacerda. A conferência será realizada de forma virtual, com acesso restrito aos participantes inscritos, às 6h15 no horário local. O evento seria feito de forma presencial, na Malásia, centro financeiro de referência no Sudoeste Asiático na área de tecnologia.

A conferência conta com participantes de países como Estados Unidos, China e Índia, que são considerados os maiores players da tecnologia. Foram submetidos 376 artigos, sendo que apenas sete foram aprovados em Engenharia de Software, dentre os quais está o do IFMT. O texto científico passou pelo crivo de uma comissão internacional, que entendeu a relevância e possibilidade de contribuição científica do projeto.

A apresentação no evento, inclusive, abre possibilidade de que a pesquisa seja implementada em outros países. Além disso, os artigos apresentados no evento serão publicados na biblioteca digital da IEEE, reconhecida como a maior organização internacional sem fins lucrativos, formada por profissionais de diversas áreas voltadas a tecnologia, como por exemplo, telecomunicações, computação, tecnologias robóticas, veiculares, aeroespaciais, biomédicas, entre outros.

O projeto foi desenvolvido de acordo com as necessidades apontadas pela Sesp-MT em migrar da atual organização monolítica para a arquitetura de microsserviços. Na prática, a nova estrutura permitirá que as aplicações sejam entregues de forma mais rápida, e facilitará a integração com outros órgãos do Estado e entidades, com a possibilidade de centenas de aplicações colaborarem entre si. Para o cidadão, isso reflete em diversos serviços que poderão ser acessados em uma única ferramenta.

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